Sobre este blog

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Chefs no B: homenagem a 30 anos de Dom Francisco abre projeto

O projeto de gastronomia do novíssimo B Hotel programa trazer a Brasília chefs brasileiros e estrangeiros ao longo do ano para prepararem jantares exclusivos com o chef Rodrigo Sato, que comanda a bela cozinha do restaurante do hotel. Francisco Ansiliero foi escolhido para abrir o projeto Chefs no B e será homenageado pelos 30 anos da grife Dom Francisco.
Francisco e Sato elegeram a Amazônia como tema do primeiro jantar do Chefs no B
Os menus serão preparados a quatro mãos pelo chef Rodrigo Sato e o convidado da vez. Nesta primeira edição, haverá uma homenagem ao chef e restaurateur Francisco Ansiliero, devido aos 30 anos da grife Dom Francisco em Brasília. 

Francisco e Sato foram buscar inspiração na Amazônia para elaborar um menu inédito em quatro etapas, que irão preparar a quatro mãos.

Durante o jantar, o sommelier da casa Rafael Ribeiro, estará à disposição para indicar os vinhos que melhor harmonizam com o menu. As opções de taça custam a partir de R$25 e, de garrafas, R$95. 
Restaurante do B: uma atração extra é o projeto elegante do arquiteto Isay Weinfeld
Menu:

Amuse bouche 
Bolinho de bacalhau com azeite aromatizado
Pastel de jambs
Picanha de tilápia com molho tartaro

Entradas 
Costelinha de tambaqui com limão siciliano 
Carré de cordeiro com kefir de hortelã

Principais
Pescada de cambucu com arroz Carolino, lentilha vermelha e ervilha fresca 
Bife ancho com batatas coradas

Sobremesas
Maracujá Pérola
Gateau de chocolate com patê fruit de cupuaçu

Jantar especial Chefs no B
Tema evento: Chef Rodrigo Sato recebe o chef homenageado, Francisco
Ansiliero, para um jantar da culinária amazonense produzido a quatro mãos 
Local: Restaurante do B Hotel Brasília
Data: 10/05/2018
Horário: 20h
Valor: R$ 150,00 + 10% de serviço (bebidas não incluídas)
Foramas de pagamento: Antecipado (dinheiro ou cartão de crédito)
Reservas: (61)3962-2000

Fotos: Divulgação

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Menescal: homenagem merecida no Prêmio Profissionais da Música

Brasília recebe a partir de hoje a 4º edição do Prêmio Profissionais da Música (PPM) que premia este ano representantes de 53 categorias e homenageia Roberto Menescal, um dos fundadores da Bossa Nova e personalidade atuante no mundo da música ainda hoje aos 80 anos de idade. 
Roberto Menescal fotografado por Guga Melgar
Idealizado pelo músico e produtor Gustavo Ribeiro de Vasconcellos, até o aniversário da Capital, no dia 21 de abril, o evento ocupará vários espaços da cidade, entre esses o Pier 21 - parceiro institucional do evento desde 2017 - que será palco de boa parte da programação aberta ao público.   

“Se todos os estados brasileiros tivessem um prêmio como o PPM, nossa cultura musical seria uma das três maiores do mundo, sem nenhuma dúvida. Fico muito feliz em ser homenageado por este evento que, por suas características, é único no Brasil”, opina Roberto Menescal.
 Atrações internacionais: shows com a uruguaia Alfonsina e o sul-africano Mphuzi Chauque (no alto) e a norte-americana Layla Khepri; palestra do produtor norte-americano Allen Johnston 

Contando, também, com o apoio institucional do Sebrae-DF, a programação será extensa e composta de 15 palestras, 11 showcases, 9 painéis, 1 pitching, sessão solene e cerimônia de premiação. De fora do Brasil estão confirmadas quatro atrações: palestra com o produtor norte-americano Allen Johnston e shows com a norte-americana Layla Khepri, a uruguaia Alfonsina e o sul-africano Mphuzi Chauque. Paralelamente, casas de tradição musical da cidade como o Bar Brahma, Galeria Mundo Vivo, Café Savana, O’Rilley e Eye Patch Panda incrementarão suas programações com atrações do Curto Circuito (1ª edição aconteceu em 2008), um braço do PPM para difusão do talento dos participantes.
  Natália Carreira (DF) e Lupa (DF) (no alto); Joana Bentes (ES) e Adriah (DF) 

Os vencedores, que receberão o troféu A Parada da Música, serão revelados no dia 21 de abril durante cerimônia realizada no Cota Mil. O processo de votação durou cerca de dois meses e considerou votos atribuídos pelos próprios inscritos, público e júri. Ao todo, foram 328 finalistas a partir de 988 inscritos (provenientes de 17 estados e 44 cidades brasileiras), 18 jurados e mais de 53 mil votos divididos entre os finalistas. Em relação a este último dado, nada menos que um aumento de 400% em relação a 2017. 
   Chico Lobo (MG) e Estela Ceregatti (MT) (no alto); John Müeller e Káthia Pinheiro - Toccata (DF)

“O PPM tem como objetivo expor e reconhecer a contribuição dos diversos profissionais envolvidos na criação, produção e circulação de obras e produções musicais e audiovisuais dentro dos mais variados setores. Buscamos colaborar para o desenvolvimento de oportunidades e novos negócios deste grande setor que é a música a partir da convergência com outros segmentos. Assim, podemos expandir fronteiras ao promover intercâmbios e disseminar legados, compartilhando experiências e emoções ”, explica Gustavo.
 Estrela Leminski e Téo Ruiz (PR); Craca e Danni Negra (SP) (no alto); 
Tarot (DF) e Afro-Açoriano (SC)

O homenageado 
Com uma carreira de mais de 50 anos, o violonista, compositor e produtor Roberto Menescal, ícone da Bossa Nova; autor de clássicos como “O Barquinho”, “Você, Nós e o Mar” e “Rio”, é o homenageado da 4ª edição do PPM e estará em Brasília entre 18 e 20 de abril para participar do evento. O artista capixaba, que também é a cara do Rio de Janeiro, participou de trilhas sonoras de filmes como Joana Francesa, Bye Bye Brasil e Sabor da Paixão, e tem quatro livros biográficos publicados. Aos 80 anos, ele continua se apresentando ao redor do mundo, além de atuar como produtor musical.

Nas edições anteriores foram homenageados foram o poeta Renato Russo, o compositor mineiro Fernando Brant e  os 15 anos da Associação Brasileira de Música Independente (ABMI), tendo como símbolos, três de seus fundadores: o músico e maestro Benjamim Taubkin, o produtor Pena Schmidt e o autor e publicitário Thomas Roth. Através desses artistas importantes movimentos musicais brasileiros foram relembrados como o rock de Brasília, o Clube da Esquina, a MPB e, agora, a Bossa Nova.

Programação

Para acompanhar a programação de shows, painéis, palestras, showcases e pitching; saber mais sobre o evento, o júri, as categorias e os premiados, visite o site oficial do Prêmio Profissionais da Música (PPM).

Créditos das fotos:
Roberto Menescal - Guga Melgar
Tarot - Iva Santos
Lupa - Iva Santos
Joana Bentes - Vicente de Mello
Natália Carreira - Pryscilla Dantas
Adriah - Thais Mallon
Káthia Pinheiro - Daniel Basil
Estrela Leminski e Téo Ruiz - Rony Hernandes
Craca e Danni Negra - Nadja Kouchi
John Müeller - Vinicius Giffoni
Sarau Afro-Açoriano - Santiago Asef
Estela Ceregatti - Carla Moratelli
Alfonsina - Karin Topolanski
Divulgação do artista: Chico Lobo, Mphuzi Chauque, Layla Khepri e Allen Johnston

quarta-feira, 11 de abril de 2018

A Trilha do Jaguar

História da pioneira Mercedes Urquiza, que chegou na Nova Capital em 1957, vira livro pela editora Senac: A Trilha do Jaguar: na Alvorada de Brasília, com fotos da coleção particular, imagens únicas da época da construção, estão nas duzentas cinquenta páginas da autobiografia que será nesta quarta-feira, 11 de abril, às 19h, no Salão Negro do Palácio da Justiça, na Esplanada dos Ministérios.
Mercedes Urquiza levou antes suas memórias a exposições que montou no Brasil e no exterior
Em 1957, quando Brasília ainda nem constava no mapa do Brasil, a argentina Mercedes Urquiza e seu marido Hugo Maschwitz, acompanhados do pastor alemão Fleck, começaram a maior aventura de suas vidas. Colocaram um baú com os pertences dentro de um Jeep Land Rover e viajaram por 48 dias para se juntar aos candangos na construção de uma nova capital.  Eles moraram na Cidade Livre em um barraco de madeira sem luz, água quente, sem telefone, e participaram ativamente na construção da Nova Capital, onde Mercedes trabalhou como corretora oficial da Novacap e revendedora de material de construção para os primeiros prédios da cidade.
Chegada de Jeep na Cidade Livre em 1957
Em 1962, sempre ao lado do seu marido, fundou a primeira agência de viagens da nova capital, no recém-inaugurado Hotel Nacional, abraçando definitivamente o ramo do turismo, que segue hoje administrado pelas filhas Gabriela e Mercedes. Toda essa história e muito e muito mais estará no livro “A Trilha do Jaguar: na Alvorada de Brasília”.
Mercedes e Hugo no baile de inauguração de Brasília em 1960
Não é de hoje que Mercedes leva a história da epopeia da construção de Brasília pelo mundo afora. Com coleção que obteve na Suécia do premiado fotógrafo sueco Ake Borglund, para quem serviu de intérprete em uma matéria da revista National Geographic nos idos de 1957, Mercedes montou uma série de exposições e as levou para os quatro continentes tornando-se uma Embaixadora, não oficial, de Brasília. 
Mercedes e Orlando Villas Boas com mulher e criança da tribo Carajá
Recentemente, uma dessas exposições esteve na sede da ONU, em Nova York (outubro/2017) e na Embaixada do Brasil em Washington (Janeiro/2018). Com tantas histórias, fotos, além de muitas lembranças, a ideia de fazer um livro foi ganhando força, mas só começou a se tornar realidade em 2015. “O livro já estava na minha cabeça há muito tempo, mas sempre achava que, para conseguir escrevê-lo, teria que me isolar do mundo e aí fui adiando”, explica ela.
Passeio com as filhas Gabriela e Mercedes
No início foi rabiscando anotações de fatos e nomes que iam surgindo na memória. Também fez pesquisas em livros sobre a história da construção de Brasília como “A Marcha do Amanhecer” de JK, “ Mulheres Pioneiras “ de Elvira Barney e “ O Cerrado de Casaca”, de Manuel Mendes , entre tantos outros que por aqui estiveram no início da capital. Mas a certeza definitiva de estar no caminho certo aconteceu  quando resolveu ler dois ou três capítulos para sua irmã, que é deficiente visual, e ela chorou de emoção com os relatos da autora. Daí pra frente foi só continuar colocando as lembranças, em forma de autobiografia, sempre em primeira pessoa e, em julho de 2017, entregou o livro à Editora Senac. 
Com colegas de turma no Michael Ham Memorial College, em Buenos Aires, cidade onde nasceu
O prefácio é do Senador Adelmir Santana. “Foi dele o convite para fazer o livro pela editora Senac”, faz questão de afirmar Mercedes. 

Créditos:
Acervo pessoal com fotos de Ake Borglund
Foto recente: Gilberto Evangelista



A Trilha do Jaguar: na Alvorada de Brasília
Preço: R$ 98,00
Ed. Senac – SAI Trecho 3 lotes 625/695- Shopping SAI Center Mall
(61) 33138770 ou no site: www.df.senac.br/editora
Após o lançamento em Brasília (11/04/2018), o livro estará disponível também nas principais livrarias do país

Lerato = Amor

A arte, os símbolos, a energia, a escrita, a força e as cores típicas ligadas à cultura africana serviram de fonte de inspiração para a nova coleção de vestidos de noiva do atelier Fernando Peixoto, batizada de Lerato – nome próprio africano que quer dizer amor. 
Nos bastidores da campanha, a força dos elementos afro: do penteado da modelo à escultura
Tendo a mulher negra como musa, Fernando Peixoto e Patrick Noronha fogem, mais uma vez, do lugar comum ao eleger como padrão a mulher que é a cara do Brasil. Fruto de um desafio lançado por Patrick, Fernando se viu encantado com a riqueza de elementos que fazem parte da cultura africana e mergulhou em um trabalho de pesquisa intenso. “É através das suas expressões culturais que um povo se comunica com o mundo” reflete Peixoto. “No caso da África, percebi que as formas geométricas estão muito presentes na vida, no cotidiano, na arte, em todas as esferas e isso me tocou profundamente, servindo como ponto de encontro com o meu trabalho”, conclui.

Fernando Peixoto assina a direção criativa e de estilo e Patrick Noronha é idealizador do tema e responsável pela direção artística e de produção da coleção que conta com 25 vestidos inéditos feitos com tecidos nobres como os tules francês e belga. Entre os novos materiais, está o cetim com elastano, usado com os objetivos de desenhar a silhueta e conforto extra.
A mulher negra é o centro da inspiração e da campanha da nova coleção 
Por ser uma coleção que também busca inspiração no litoral, as criações evocam a sensualidade natural da mulher brasileira que não tem medo de apostar em transparências e decotes. Dispensando caudas muito longas e grandes fendas e aberturas, Peixoto optou por vestidos mais leves, lançando mão das transparências e hot pants. Nos acessórios, criações com conchas, búzios e madrepérolas formam pulseiras e colares, além da introdução d turbante, peça de destaque na indumentária africana. 

O cenário escolhido para as fotos do catálogo da coleção Lerato exaltam a exuberância da paisagem brasileira: o resort Gran Palladiun Imbassai está em meio a uma vegetação belíssima na Bahia, o berço da população negra brasileira. O ambiente ao ar livre está bem de acordo com a tendência atual dos casamentos na praia.

Fernando Peixoto, nascido e Goiás e radicado na Capital Federal, com atelier em Brasília e Goiânia,  lança Lerato Coleção 2018 no sábado, 14 de abril, no Recanto das Águas, em Brasília.

Atelié em Brasília - gerenciado pelo stylist Patrick Noronha com foco em peças feitas à medida
SHIS, QI 21, bloco E, Lago Sul
(61) 3365-4732

Loja em Goiânia - foco em venda e aluguel de vestidos de noiva e festa
Rua 139, 264, Setor Marista, Goiânia
(62) 3241-1960

Fotos dos bastidores da produção do catálogo da coleção Lerato: Érica Bowmer

terça-feira, 10 de abril de 2018

Arquitetura de Brasília é musa da joalheria mais uma vez

Cyntia Tomi é uma joalheira brasiliense que, após residir na Califórnia, volta a viver na cidade natal e em breve exibirá a coleção em prata inspirada em elementos da arquitetura da Capital. 
Anel Ponte JK
Formada na escola de joalheria e academia Le Arti Orafe, em Florença, na Itália, e em ourivesaria pelo Ateliêr Origin, em Brasília, ela também se especializou em moda e modelagem, na Espanha. Cyntia criou uma coleção em prata inspirada nos monumentos arquitetônicos de Brasília. 
Frestas STJ
Essas peças serão exibidas, ainda em abril, para celebrar o aniversário da cidade.

A design:
Cyntia Tomi
Os objetos de inspiração:
A ponte e o Superior Tribunal de Justiça com as "frestas" de vidro na fachada para entrada de luz 

Fotos das joias: Rafael Lobo
Foto de Cyntia Tomi: Erivelton Viana
Fotos do monumentos: reprodução

Itália inspira noivas de Debora Morais e Kadu Fonseca

Em evento com atmosfera italiana, Debora Morais Ateliê lança dia 11 de abril, às 20h, no Hípica Hall, sua nova coleção 2018-2019. “Palazzo”, inspirada nos palácios centenários da Itália, apresenta criações para Noivas, Festa e Debutantes. A noite celebra, ainda, os 10 anos de criação da grife, a estreia em looks para festa, e a chegada à marca do estilista Kadu Fonseca, que divide agora com Debora Moraes o comando da criação e direção.
A coleção Palazzo por Debora Morais Ateliê leva à passarela, 10 looks de noiva em crepe de seda pura, zibeline de seda e rendas em 3D. Criações em branco natural (off White), o tom preferido das noivas por valorizar todos os tons de pele, que passeiam entre o estilo lady dress e as formas fluidas ou ajustadas ao corpo, revelando o equilíbrio entre os estilos de Debora Morais e Kadu Fonseca. A beleza do desfile é assinada pela equipe Toni Feletti. As joias são do ateliê Gabriela Tannus, de Goiânia, e os buquês de Rafaela Orlandini. Os sapatos são do acervo da marca.

O segundo desfile da noite marca a estreia de Debora Morais Ateliê na criação de vestidos de festa. Serão seis looks em diversas gamas de rosa, passando pelo marsala e pelo vermelho, em formas secas, fluidas ou estruturadas valorizadas pela estrutura e o corte.  Quatro vestidos de debutantes em formas mais estruturadas e com brilho, como pedem os 15 anos, completam a passarela. As cores passeiam entre os tons de rosa, o vinho e o marsala.

Ateliê Debora Morais 
SHIS QL 06, Conjunto 11, Casa 19, Lago Sul, Brasília
(61) 3364.4202 | 3364.4201
Atendimento com hora marcada
De segunda a sexta-feira, das 9h30 às 18h30 e sábado, das 9h30 às 13h30.

quinta-feira, 22 de março de 2018

Embaixada da Itália lança Vini d’Italia

O Embaixador da Itália, Antonio Bernardini, recebe nesta quinta-feira, dia 22,  para o lançamento do Primeiro Salão do Vinho Italiano em Brasília - o Vini d’Italia. Será uma degustação exclusiva com cerca de 90 rótulos das principais regiões italianas como Piemonte, Vêneto, Puglia, Toscana, Úmbria, Sicilia, Campanha, Trentino-Alto Adige.

O evento Vini d’Italia - Primeiro Salão de Vinho Italiano em Brasília terá a participação de 13 importadoras e representantes do mercado de vinhos, que disponibilizarão para os convidados os diversos estilos da bebida produzida no país, visando à promoção e ampliação do consumo de vinhos e espumantes italianos no mercado brasileiro.  

A Vini d’Italia tem como premissa o fortalecimento das relações bilaterais entre Brasil e Itália. Neste âmbito, pode-se destacar a importância do crescente mercado brasileiro para a importação do vinho italiano, situação confirmada por dados de diversas instituições. Segundo o MDIC, a importação brasileira de vinhos e derivados de uva da Itália em 2017 foi equivalente a 33,6 milhões de dólares, um aumento de 51,87% com relação ao ano de 2016.   

Também a nível global, 2017 foi um ano excepcional para o vinho italiano, que viu suas exportações aumentarem em 7%. As expectativas são de que nos próximos três anos as vendas italianas no exterior serão impulsionadas principalmente por mercados terceiros (fora da União Europeia). A expansão cada vez maior da excelência vitivinícola italiana no Brasil deve-se também às feiras e salões de degustação do setor, que trazem diretamente para o público-alvo produtos de alta qualidade, tornando-se elemento chave para a promoção e comercialização do vinho italiano em terras brasileiras.